Frase do dia

"Todos os momentos são preciosos. Nunca nenhum é igual. Faz o melhor que possas, pois esse momento não voltará a repetir-se"

- Anónimo

sábado, 31 de julho de 2010

Educação


A educação, sabe-se, é o mais poderoso factor do progresso, pois contém em gérmen todo o futuro. Mas, para ser completa, deve inspirar-se no estudo da vida sob suas duas formas alternantes, visível e invisível, em sua plenitude, em sua evolução ascendente para os cimos da natureza e do pensamento.

Léon Denis

quinta-feira, 29 de julho de 2010

ESPIRITISMO NA FEIRA DO LIVRO EM PENICHE


O Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha, está presente na feira do livro a decorrer em Peniche, tendo disponibilizado vários títulos espíritas para este certame.
A 14ª edição da Feira do Livro decorre no Clube Recreativo Penichence, desde 16 de Julho a 8 de Agosto de 2010, é organizado pela Associação Juvenil de Peniche e conta com o apoio camarário local.
É mais uma oportunidade do público ter contacto com a literatura espírita, que assim se associa a esta actividade de índole cultural.

Fonte: Profª Raquel Henriques (CCE) - C. Rainha

COMO EDUCAR OS SENTIMENTOS


Na sexta-feira, dia 30 de Julho de 2010, pelas 21H00, vai decorrer uma conferência subordinada ao tema COMO EDUCAR OS SENTIMENTOS.
Constantemente sentimos, temos emoções, e isso determina o nosso bem-estar ou mal-estar. Como é que o Espiritismo nos pode levar a viver melhor com as nossas emoções, os nossos sentimentos?

O evento terá lugar na sede do Centro de Cultura Espírita, no Bairro das Morenas, em Caldas da Rainha, na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c.
Este centro tem página na Internet em www.ccespirita.org

As entradas são livres e gratuitas.


Fonte: Centro de Cultura Espírita (Caldas da Rainha)

terça-feira, 27 de julho de 2010

Qualidade do ensino

No futuro, não muito distante, haverá poucos empregos para pessoas altamente educadas e bem preparadas. Não haverá oportunidades para todo mundo. A qualidade do ensino é precária no mundo inteiro e isso terá graves consequências. Em especial, a educação científica é deplorável. Em quase todo o mundo os professores ainda são mal remunerados e a qualidade do ensino de ciências é muito deficiente. Para mim, este é um dos piores problemas que enfrentamos actualmente, causador de muitas desgraças. No início deste século, o escritor H.G. Wells dizia que "o futuro será uma corrida entre a educação e a catástrofe". No momento, acho que estamos perdendo a corrida.

Carl Sagan

domingo, 25 de julho de 2010

Espíritos Guias




Os Guias Espirituais (tema da noite) são amigos que nos acompanham desde o nosso nascimento, neste plano físico, e nos orientam ao longo da existência.
Todos temos um Guia Espiritual.
Não força, não impõe o seu ponto de vista, mas sim, intui, quer através do pensamento (a voz da consciência, como lhe chamamos) quer através do sono. Muitos conseguem mesmo vê-lo e dele receber informações mais ostensivas.
São seres superiores, com um nível de conhecimento e bondade elevados. Estão sempre ao nosso lado, dispostos a nos ajudar nas dificuldades, nas decisões a tomar, nas orientações de que precisamos. É uma ideia bastante consoladora esta, a de saber que temos amigos assim.

Os Guias são seres como nós, criados nas mesmas circunstâncias, e que tiveram o seu aprendizado. Têm a missão de conduzir seu protegido, servindo-lhes de prova.

Podemos ler n`O Livro dos Espíritos (LE):
Pergunta 489 - Há espíritos que se ligam a um indivíduo, em particular, para o proteger?
Resposta - Sim, o irmão espiritual; é o que chamais o bom Espírito, ou o bom génio.



Acompanha-nos desde o nascimento até à morte do corpo físico, seguindo-nos na vida espiritual, e muitas vezes, durante várias reencarnações.
O Espírito protector é obrigado a velar por nós, uma vez que aceitou essa missão, mas pode escolher os seres que lhe são simpáticos.
Sente-se feliz quando vê os seus cuidados coroados de êxito e sofre com os nossos fracassos. Não está sempre junto de nós, mas atende sempre que o chamarmos.

Foi feita a distinção entre espíritos simpáticos e espíritos familiares.
Os primeiros são aqueles com os quais nos sintonizamos, através dos nossos gostos e tendências. Os segundos são aqueles que nutrem por nós amizade, e que muitas vezes nos seguem na nossa vida. No entanto, não são ainda espíritos totalmente esclarecidos, e por isso mesmo, vêem, muitas vezes, limites na ajuda que pretendem dar.

Como podemos distinguir os pensamentos que são nossos daqueles que são do nosso Guia?
Podemos ler no LE:
Resposta à pergunta 461 - Quando um pensamento vos é sugerido, é como uma voz que vos fala. Os pensamentos próprios são, em geral, os que vos ocorrem no primeiro impulso.

Porque o Guia não nos protege, totalmente, dos espíritos mais zombeteiros e maliciosos?
Ele sabe das provas que temos que passar, e sua missão é precisamente orientar-nos, mas, temos o livre-arbitrio. Pelos nossos gostos, tendências, desejos, vaidades, aspirações, podemos sintonizar com seres mais "terra-a-terra", e embora o Guia esteja por perto não nos impede disso. Sabe que se no momento vacilamos, mais tarde estaremos mais preparados. Daí, é nossa responsabilidade a forma como pensamos, desejamos, atraímos. Se estes desejos forem bons, atrairemos espíritos bons.

Podemos ler, e estudar, O Livro dos Espíritos, na sua Segunda Parte, o capítulo IX - Da intervenção dos Espíritos no mundo corporal, e ler sobre Anjos da guarda; Espíritos protetores, familiares ou simpáticos.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

Streets of Fire - No where fast



Esta é daquelas músicas que me faz saltar.
Não é a "tampa que salta", mas sim os pés que fogem do chão ;-)

Medicação preventiva

Pense muito, antes da discussão. O discutidor, por vezes, não passa de estouvado.

Use a coragem, sem abuso. O corajoso, em muitas ocasiões, é simples imprudente.

Observe os seus métodos de cultivar a verdade. Muitas pessoas que se presumem
verdadeiras, são veículos de perturbação e desânimo.

Proceda com inteligência em todas as situações. Não se esqueça, porém, de que muitos homens inteligentes são meros velhacos.

Seja forte na luta de cada dia. Não esqueça, contudo, que muitos companheiros valentes são suicidas inconscientes.

Estime a eficiência. No entanto, a pretexto de rapidez, não adopte a precipitação.

Não enfrente perigos, sem recursos para anulá-los. O que consignamos por desassombro, muita vez é loucura.

Guarde valor em suas atitudes. Recorde, entretanto, que o valor não consiste em vencer, de qualquer modo, mas em conquistar o adversário no trabalho pacífico.

Tenha bom ânimo, mas seja comedido em seus empreendimentos. Da audácia ao crime, a distância é de poucos passos.

Atenda à afabilidade e à doçura em seu caminho. Não perca, porém, o seu tempo em conversas inúteis.


do livro Agenda Cristã

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Gosto pela vida


Eu gosto de viver. Já me senti ferozmente, desesperadamente, agudamente infeliz, dilacerada pelo sofrimento, mas através de tudo ainda sei, com absoluta certeza, que estar viva é sensacional.

Agatha Christie

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Auto-conhecimento

A criatura, que se conhece, consegue significativo êxito no empreendimento da evolução.
Percebe, de início, a própria fragilidade, compreendendo que, não apenas as suas resistências orgânicas são muito vulneráveis, mas também aquelas de natureza moral.
Por isso mesmo, empenha-se no labor de acumular energias que lhe proporcionem vigor para superar-se continuamente, perseverando nos hábitos saudáveis, tanto quanto nos pensamentos elevados.
À medida que adquire conhecimentos mais simples se torna, eliminando a bazófia e o exibicionismo, em razão do entendimento a respeito da vida, sua infinidade de propostas e de possibilidades.
Nunca se tem em conta de irretocável nem se apresenta com aparentes qualidades morais que não possui.
Entende as lutas ásperas que travam as demais pessoas, recordando-se de haver percorrido equivalentes caminhos e ainda encontrar-se atado aos empecilhos íntimos de que se conseguiu libertar.
Preserva a paciência ante os desafios que surgem no quotidiano e confia no futuro que pretende conquistar, passo a passo, desde agora.
A auto-identificação oferece a medida exata das possibilidades ao alcance de cada um, emulando ao desdobramento delas, sem ansiedade, mas também sem desalento.


Joanna de Ângelis

segunda-feira, 19 de julho de 2010

OS GUIAS ESPIRITUAIS


Na sexta-feira, dia 23 de Julho de 2010, pelas 21H00, vai decorrer uma conferência subordinada ao tema OS GUIAS ESPIRITUAIS.
Outrora apelidados de anjos da guarda, a Doutrina Espírita vem explicar com muita clareza quem são OS GUIAS ESPIRITUAIS.

O evento terá lugar na sede do Centro de Cultura Espírita, no Bairro das Morenas, em Caldas da Rainha, na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c.
Este centro tem página na Internet em www.ccespirita.org

As entradas são livres e gratuitas.

Fonte: CCE

domingo, 18 de julho de 2010

Os nossos filhos são Espíritos



Os nossos filhos são Espíritos.
Este o tema da palestra que se realizou no CCE, nas Caldas da Rainha.
A palestrante começou o tema deixando uma pergunta no ar: porque perdemos os filhos em tenra idade, e como conseguimos ultrapassar essa situação.
Numa altura em que nos apegamos demasiado aos bens terrenos, também o fazemos em relação aos nossos filhos. Dizemos que são nossos, e vêmo-los como uma certa posse. Esta é ainda uma postura que nos indica um certo distanciamento da espiritualidade. Os filhos são espíritos, tal como nós, que vêm para este mundo com o objectivo de enfrentarem suas provas. Os pais possibilitam-lhes esse renascimento num corpo de carne. Os pais são ainda responsáveis pela sua educação, dando-lhes o melhor para que, um dia já na fase de adultos, possam estar preparados para a vida.

Sendo espíritos, os filhos deixam, para trás, inúmeras vidas recheadas de acontecimentos e, essas vivências estão-lhes hoje bem presentes de uma forma latente. Assim, muitas vezes, os filhos podem ser espíritos mais velhos, e por conseguinte mais evoluídos, que os pais. Basta olharmos ao nosso redor para verificarmos isso mesmo.
Enquanto estão na infância, as crianças são moldáveis, daí ser muito importante a educação que os pais lhes dão, dando-lhes bases para um dia poderem enfrentar os obstáculos da vida com toda a confiança, e assim vencerem suas provas.

A palestrante falou no amor, e na importância das regras.
Assistimos hoje a muitos filhos ditarem as regras aos pais. Às vezes chega a um ponto em que se confunde a disciplina.



A família é importante na educação dos filhos.
Foi lembrado o episódio em que Jesus pregava e de repente o chamaram dizendo-lhe que estavam lá fora sua mãe e seus irmãos. Jesus aproveitou o momento e deu uma lição aos presentes sobre a família, elevando-a do circulo carnal ao espiritual. Demonstrou assim que a família é composta pelos espíritos que se amam, que se respeitam, que se atraem pelos seus gostos e afinidades.

Com a Lei da Reencarnação tudo se transforma. Hoje somos pais, amanhã somos os filhos. Assim como os educarmos seremos amanhã educados. É assim que avançamos na senda da evolução; é assim que vamos fazendo deste nosso planeta uma casa melhor, mais limpa, mais equilibrada, com mais condições para ser habitada.

A importância do conhecimento espírita é fundamental em todo este processo. Sabemos que os filhos não são nossos, mas sim um empréstimo de Deus. E, como todos os empréstimos, um dia teremos de prestar contas pelo uso ou abuso que fizemos.
Se lermos O Livro dos Espíritos, Allan Kardec pergunta aos Espíritos o porquê de pais bons terem, muitas vezes, filhos maus. Estes respondem que em muitos casos são os próprios filhos que pedem para reencarnar junto deles, de modo a poderem aproveitar todo o apoio e toda a dedicação e benevolência dos progenitores. Estes são, também, uma prova para os pais.


No inicio e fim da palestra tivemos direito a música.
Foram tocadas 2 músicas espíritas bem tranquilas, que deixaram todos os presentes com vontade de ficar mais tempo e mais musicas ouvirem.

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Movimento de objectos

O movimento dos objectos é um facto incontestável. A questão está em saber se, nesse movimento, há ou não uma manifestação inteligente e, em caso de afirmativa, qual a origem dessa manifestação.

Allan Kardec

Nas lutas diárias


Não é o companheiro dócil que exige a sua compreensão fraternal mais imediata. É aquele que ainda luta por domar a ferocidade da ira, dentro do próprio peito.

Não é o irmão cheio de entendimento evangélico que reclama suas atenções inadiáveis. É aquele que ainda não conseguiu eliminar a víbora da malícia do campo do coração.

Não é o amigo que marcha em paz, na senda do bem, quem solicita seu cuidado insistente. É aquele que se perdeu no cipoal da discórdia e da incompreensão, sem forças para tornar ao caminho recto.

Não é a criatura que respire no trabalho normal que requisita socorro urgente. É aquela que não teve suficiente recurso para vencer as circunstâncias constrangedoras da experiência humana e se precipitou na zona escura do desequilíbrio.

É muito provável que, por enquanto, seja plenamente dispensável a sua cooperação no paraíso. É indiscutível , porém, a realidade de que, no momento, o seu lugar de servir e aprender, ajudar e amar, é na Terra mesmo.

André Luíz

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Conferência - OS NOSSOS FILHOS SÃO ESPÍRITOS


Na sexta-feira, dia 16 de Julho de 2010, pelas 21H00, vai decorrer uma conferência subordinada ao tema OS NOSSOS FILHOS SÃO ESPÍRITOS.
Quem são os "nossos" filhos? De onde vêm? Porque são dissemelhantes interiormente?

O evento terá lugar na sede do Centro de Cultura Espírita, no Bairro das Morenas, em Caldas da Rainha, na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c.
Este centro tem página na Internet em www.ccespirita.org

As entradas são livres e gratuitas.

Fonte: Centro de Cultura Espírita (Caldas da Rainha)

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Arte

O objectivo essencial da arte, já dissemos, é a busca e a realização
da beleza; é, ao mesmo tempo, a busca de Deus, uma vez que Deus
é a fonte primeira e a realização da beleza física e moral.

Léon Denis

terça-feira, 13 de julho de 2010

Em torno da felicidade

Em matéria de felicidade convém não esquecer que nos transformamos sempre naquilo que amamos.
Quem se aceita como é, doando de si à vida o melhor que tem, caminha mais facilmente para ser feliz como espera ser.
A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para com os outros.
A alegria do próximo começa muitas vezes no sorriso que você lhe queira dar.
A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na vida externa, mas reside com endereço exacto na consciência tranquila.
Se você aspira a ser feliz e traz ainda consigo determinados complexos de culpa, comece a desejar a própria libertação, abraçando no trabalho em favor dos semelhantes o processo o processo de reparação desse ou daquele dano que você haja causado em prejuízo de alguém.
Estude-se a si mesmo, observando que o auto-conhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.
Amor é a força da vida e trabalho vinculado ao amor é a usina geradora da felicidade.
Se você parar de se lamentar, notará que a felicidade está chamando o seu coração para vida nova.
Quando o céu estiver cinza, a derramar-se em chuva, medite na colheita farta que chegará do campo e na beleza das flores que surgirão no jardim.

do livro Sinal Verde

domingo, 11 de julho de 2010

Reencarnação - Um caso


A reencarnação é um daqueles temas de controvérsias. Uns dizem que acreditam, outros preferem ficar sem opinião, e outros ainda batem-se com todas as forças negando tal circunstância.
Mas não podemos ficar indiferentes a todo um conjunto de investigações levadas a cabo por cientistas que, de inicio movidos pela negação, pretendiam acabar com a suspeição da reencarnação. No entanto, as investigações que fizeram sugerem, fortemente e de forma inequívoca, essa mesma evidência.
São anos dedicados a esta causa.
Colocar em causa este trabalho será, no mínimo, descortesia da parte daqueles que, de forma insistente, negam essas mesmas evidências.

Mas, mesmo colocando de parte todas estas investigações, se por um instante as esquecêssemos, bastaria pensarmos em torno desta temática e, pormos o nosso raciocínio em acção. Será que faria sentido, por exemplo, uns nascerem aparentemente em condições inferiores a outros?; uns serem bafejados pela sorte e fortuna, enquanto outros nada têm?; como explicaríamos as diferenças existentes, quer físicas quer morais; como explicaríamos os sofrimentos e as alegrias?
Que Deus seria se permitisse o acaso entrar na nossa vida; se permitisse as, aparentemente, injustiças ao nosso redor?; qual o Seu critério?; Este não seria um Deus justo, benevolente. Não trataria os Seus filhos de forma igual, e então seria um Pai tirano.
Mas como conhecemos os atributos de Deus, sabemos que tudo se enquadra dentro de Suas Leis, e por isso mesmo, a reencarnação é a doutrina que explica o que antes era inexplicável.

Dr. Ian Stevenson, Dr. Erlunder Haraldson, Prof. Hernani Guimarães Andrade, Dr. Brian Weiss, Dr. Raymond Moody são alguns dos investigadores na área da reencarnação.

O tema da noite prometia. A sala estava cheia.
Diferenciou-se Reencarnação de Metempsicose. Esta última defende a possibilidade da alma humana poder reencarnar em animais.
"Contudo, entre a metempsicose dos antigos e a moderna doutrina da reencarnação, há, como também se sabe, profunda diferença, assinalada pelo fato dos Espíritos rejeitarem, de maneira absoluta, a transmigração da alma do homem para os animais e reciprocamente", retirado de O Livro dos Espíritos.

Podemos encontrar evidências de reencarnação em:

- Meninos Prodígio
- Lembranças de vidas passadas
- Terapias regressivas
- Comunicações Espirituais

James Huston.
Este é o nome de um piloto que morreu na II Guerra Mundial.
Enquanto pilotava, o seu avião foi bombardeado pelo inimigo.
Este caso deu origem a um livro: A Volta.





Mais tarde, numa nova encarnação, desde menino evidencia gosto pelos aviões, nomeadamente aviões de guerra.
Seus pais, cépticos, não acreditavam na reencarnação.
O menino dava detalhes sobre aviões de guerra, descrevia o cenário em que fora bombardeado, dava o nome do porta-aviões de onde descolava, detalhes de nomes, etc...
Seu pai, tentando perceber o que se passava, muito investigou na esperança de contrariar o que o filho dizia, esperando que tudo não passasse de alucinações. Mas o pai começou, finalmente, a perceber que se tratava de um caso de reencarnação. Seu filho só podia estar certo, pois, como explicar todos aqueles detalhes que já tinham cerca de 60 anos?

Pode assistir ao relato deste caso, verídico, nos 2 vídeos abaixo.








Com a reencarnação sabemos que voltaremos a uma nova vida.
Vamos enfrentando obstáculos e colhendo os benefícios das nossas acções.
É oportunidade de crescimento espiritual.
Falar em reencarnação já não é uma questão de crença, mas sim é um facto, é pesquisável. É uma realidade.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Adversidades - Lincoln

Quase todos os homens são capazes de suportar adversidades, mas se quiser por à prova o carácter de um homem, dê-lhe poder.

Abraham Lincoln

Óbidos Medieval - 2010












quinta-feira, 8 de julho de 2010

Caminhada


As diferentes existências corpóreas do Espírito são sempre progressivas e nunca regressivas; mas, a rapidez do seu progresso depende dos esforços que faça para chegar à perfeição.

Allan Kardec

quarta-feira, 7 de julho de 2010

Take That - Shine

CONFERÊNCIA: UM CASO DE REENCARNAÇÃO


Na sexta-feira, dia 9 de Julho de 2010, pelas 21H00, vai decorrer uma conferência subordinada ao tema UM CASO DE REENCARNAÇÃO.
Sendo hoje em dia, cada vez mais uma evidência científica, a pluralidade das existências (ou reencarnação) continua a afirmar-se como uma realidade insofismável, tantos são os casos que aparecem em todo o mundo.


O evento terá lugar na sede do Centro de Cultura Espírita, no Bairro das Morenas, em Caldas da Rainha, na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c.
Este centro tem página na Internet em www.ccespirita.org e e-mail cce@caldasrainha.net

As entradas são livres e gratuitas.

Fonte: Centro de Cultura Espírita (Caldas da Rainha)

Telescópio Planck descobriu a “luz mais antiga” do Universo


O Telescópio Espacial Planck, da Agência Espacial Europeia que foi lançado em Maio de 2009, conseguiu fotografar a “luz mais antiga” do Universo, com esta nova descoberta podemos entender melhor a formação do nosso Universo.

A notícia foi avançada pela BBC, e diz que a luz está associada ao Big Bang, a gigantesca explosão que formou o Universo há 14 mil milhões de anos.

No centro da fotografia podemos identificar grandes porções da Via Láctea, a nossa galáxia, que é atravessa por uma linha horizontal, que é a zona da formação de uma elevada quantidade de estrelas.

Na mesma fotografia podemos observar radiação cósmica, em tons de magenta e amarelo. Esta radiação de calor só começou a circular quando o Universo arrefeceu, e se pode formar átomos de hidrogénio. Os cientistas dizem que, antes desse arrefecimento, o cosmos era tão quente que a matéria e a radiação estavam “fundidas” e o universo era opaco.


Retirado de ipjornal.com

Fé renovada

"Demonstrando a existência e a imortalidade da alma, o Espiritismo reaviva a fé no futuro, levanta os ânimos abatidos e faz suportar com resignação as vicissitudes da vida"

Allan Kardec

terça-feira, 6 de julho de 2010

Train - Hey, Soul Sister



Esta foi a música de abertura do espectaculo de ballet onde participou a minha filhota. Gostei tanto que a coloco aqui.

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Esforço

"Recorda-te de que a vida é curta; esforça-te, pois, por conquistar, enquanto o podes, aquilo que vieste aqui realizar: o verdadeiro aperfeiçoamento. Possa teu espírito partir desta Terra mais puro do que quando nela entrou! Pensa que a Terra é um campo de batalha, onde a matéria e os sentidos assediam continuamente a alma; corrige teus defeitos, modifica teu carácter, reforça a tua vontade; eleva-te pelo pensamento, acima das vulgaridades da Terra e contempla o espectáculo luminoso do céu..."

Léon Denis

Deixe secar


Mariana ficou toda feliz porque ganhou de presente um joguinho de chá, todo azulzinho, com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Júlia sua amiguinha, veio bem cedo convidá-la para brincar.
Mariana não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã.
Júlia então, pediu à coleguinha que lhe emprestasse o seu conjuntinho de chá para que ela pudesse brincar sozinha na garagem do prédio.
Mariana não queria emprestar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo o seu ciúme por aquele brinquedo tão especial.
Ao regressar do passeio, Mariana ficou chocada ao ver o seu conjuntinho de chá jogado no chão.
Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava toda quebrada.
Chorando e muito nervosa, Mariana desabafou:
"Está vendo, mamãe, o que a Júlia fez comigo?
Emprestei o meu brinquedo, ela estragou tudo e ainda deixou jogado no chão".
Totalmente descontrolada, Mariana queria, porque queria, ir ao apartamento de Júlia pedir explicações.
Mas a mãe, com muito carinho ponderou:
"Filhinha, lembra daquele dia quando você saiu com seu vestido novo todo branquinho e um carro, passando, jogou lama em sua roupa?
Ao chegar em casa você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou.
Você lembra o que a vovó falou?
Ela falou que era para deixar o barro secar primeiro. Depois ficava mais fácil limpar.
Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa.
Deixa a raiva secar primeiro. Depois fica bem mais fácil resolver tudo".
Mariana não entendeu muito bem, mas resolveu seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão.
Logo depois alguém tocou a campainha.
Era Júlia, toda sem graça, com um embrulho na mão.
Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta, ela foi falando:
"Mariana, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente?
Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei.
Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você havia me emprestado.
Quando eu contei para a mamãe ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro brinquedo igualzinho para você.
Espero que você não fique com raiva de mim.
Não foi minha culpa".
"Não tem problema", disse Mariana, "minha raiva já secou".
E dando um forte abraço na sua amiga, tomou-a pela mão e levou-a para o quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.
Nunca tome qualquer atitude com raiva.
A raiva nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são.
Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos demais
pela sua posição ponderada e correcta diante de uma situação difícil.
Lembre-se sempre: Deixe a raiva secar.

Texto enviado por e-mail

domingo, 4 de julho de 2010

Conferência sobre O Livro dos Espíritos


O tema era apelativo. Muitas pessoas, desavisadas, julgam tratar-se de uma obra que sugestione o leitor a ter comportamentos estranhos. Este julgamento decorre do desconhecimento e do preconceito ainda existente. Este livro é um autêntico manancial de filosofia.
Com ele nasce a Doutrina Espírita, ou Espiritismo. Vem elucidar questões importantes de maneira aberta, sem equívocos e sem simbologias. Não exige uma crença cega, mas sim fundamentada na razão, demonstrando a imortalidade da alma, e assim reavivando a fé no futuro.
Contém os princípios do Espiritismo. Aborda a natureza dos espíritos e as suas relações com o mundo corporal. Dá-nos uma noção das leis morais, e analisa a vida presente, a passada, e traça-nos um roteiro de como agirmos por forma a termos um futuro melhor. Estes ensinamentos vieram do mundo espiritual, dos Espíritos Superiores, por intermédio de vários médiuns, espalhados por todo o mundo.

O livro foi publicado em 18 de Abril de 1857.



Hippolyte Léon Denizard Rivail compilou toda a informação dada pelos Espíritos, e deu seguimento à Doutrina Espírita. Antes de se dedicar ao Espiritismo, exerceu, durante 30 anos, a missão de educador. Publicou várias obras didácticas. A partir de 1855 começou a estudar os fenómenos das manifestações dos Espíritos que se revelavam pelas mesas girantes, grande atracção pública da época na França.
Para esta obra não ser confundida com as obras que lançara antes, e que lhe pertenciam, Hippolyte adoptou o pseudónimo de Allan Kardec, para que as pessoas comprassem o livro não pelas obras por ele lançadas anteriormente mas, sim, pelo seu conteúdo.

O Espiritismo pertence aos Espíritos, e não ao Homem.
Estes seres, que se comunicavam através de médiuns, designavam-se como Espíritos, afirmando que haviam vivido na Terra, e que, pelo processo da morte do corpo físico, se encontravam numa outra dimensão, mas em contacto com o Homem e com a possibilidade de interacção.
Os Espíritos revelam Deus como Inteligência Suprema, afirmando que acima dele nada existe. Caso existisse deixaria de ser Deus. Ele é a causa primária de todas as coisas, o criador do Universo, abrangendo todos os seres animados e inanimados, o mundo visível (ou material) e o mundo invisível (ou imaterial, ou Espírita).
Como podemos definir Deus:
- Eterno;
- Único;
- Bom;
- Imaterial;
- Omnipotente;
- Imutável;
- Soberanamente Justo.




Vem esclarecer que existem vários mundos. Num Universo infinito, como poderia ser, exclusivamente, a Terra a ter vida humana?
Estes mundos são físicos, e também espirituais.
Seus habitantes estão de acordo com o grau de evolução ali vivido, no entanto, não ficam confinados a um mundo eternamente. Passando por todas as experiências que estes fornecem, passam para outros, melhores, em busca de novos horizontes, até, um dia, chegarem a mundos felizes.
Os Espíritos indicam-nos 5 classes de mundos:
- Mundos Primitivos, onde se dá a criação, e primeiras encarnações do Espírito. Aqui a vida é essencialmente material, destituída de moral;
- Mundos de Expiação e Provas, onde o mal se supera, e impera, em relação ao bem. A Terra está nesta categoria de mundos;
- Mundos de Regeneração, onde, apesar de haver o mal, este é já em minoria;
- Mundos Ditosos ou Felizes, onde a felicidade impera. Aqui a noção de espiritualidade é completa, adivinhando-se, já, a vida celestial que os espera;
- Mundos Celestes ou Divinos, onde os habitam os Espíritos Puros. O bem aqui é exclusivo. Não existe e necessidade de reencarnação.

Os Espíritos revestem temporariamente um invólucro material perecível, cuja destruição pela morte, lhes restitui a liberdade. Deus escolheu a espécie humana para a encarnação, por ter atingindo um certo desenvolvimento: dando-lhe superioridade moral e intelectual. Deu-lhes também o livre-arbítrio, para assim evoluírem de acordo com a vontade.




O Homem é composto por: Espírito (ser inteligente); corpo físico; corpo espiritual (ou perispírito).
O corpo espiritual, que acompanha sempre o Espírito, liga este ao corpo físico. Assim, com a morte, apenas o corpo físico se destrói.

São apresentadas várias classes de Espíritos, desde os inferiores até aos superiores. Os primeiros são tocados pela maledicência, pelas más paixões, assumindo-se muitos de forma pseudo-sábia. Têm ainda a necessidade da reencarnação por forma a burilar suas atitudes. Vêm para expiar suas faltas. Os segundos vêm em missão, puxando a humanidade para novos conceitos, enquadrando-os no caminho a seguir.
Os palestrantes destacaram, entre outros, Mahatma Gandhi e Allan Kardec como homens de missão.

Entre as encarnações, isto é, após a morte do corpo físico, o Espírito fica na erraticidade, no mundo espiritual. O Espírito fica sempre com a forma Humana, mantendo as qualidades que tinha quando encarnado. Assim cai por terra aquela ideia que tínhamos de que só pelo facto de ser Espírito que teria de ter mais conhecimentos. Estes são os que possuía na Terra e que o animam no Mundo Espiritual, podendo, claro, também aí aprender e evoluir.
Mantem-se a individualização da Alma.
Tem a possibilidade de reencontrar aqueles por quem nutre afecto.
O Espírito tem acesso a memórias de vidas passadas.

No que toca à influência da matéria no Espírito Encarnado, o homem que se deixar dominar pelas más acções, que ponha toda a alegria e prazer nas coisas mundanas e grosseiras, aproxima-se dos espíritos impuros, dando preponderância à sua natureza animal.
Vence a influência da matéria pela elevação e depuração da sua alma, aproximando-se dos bons espíritos, com quem um dia estará.



Os Espíritos exercem incessante acção sobre o mundo físico e sobre o espiritual. Actuam sobre a matéria e sobre o pensamento.
Constituem uma das potências da natureza, causa eficiente de uma multidão de fenómenos que de outro modo não teriam explicação racional, mas que são explicadas pelo Espiritismo.
As relações dos Espíritos com os homens são constantes.
Os bons atraem-nos para o bem, sustentam-nos nas provas da vida, ajudando-nos a suportá-las com coragem e resignação.
Os maus, impelem-nos ao mal. Dá-lhes gozo verem-nos sucumbir e assemelharmo-nos a eles.

Quanto às comunicações espíritas, elas podem ser ocultas ou ostensivas.
As primeiras acontecem sem darmos, muitas vezes, por elas. De forma subtil os espíritos agem em nós, quer através da sugestão de pensamentos, quer pelos canais da intuição.
Nas ostensivas não ficam as menores dúvidas da acção dos espíritos, manifestando-se através da escrita, fala, audição, visão, fenómenos físicos, entre outros.
As manifestações podem dar-se de forma espontânea ou por evocação.

Os Espíritos são atraídos pelos nossos desejos, pensamentos, acções, esforço, dedicação, postura. Assim, atraímos Bons e Maus espíritos, de acordo com o que emitimos.
Como os podemos distinguir?
- Uns têm linguagem grosseira e trivial; dizem falsidades; são maledicentes e ignorantes;
- Outros usam uma linguagem digna, de teor nobre e edificante, moralizador, livre de paixão inferior e que objectiva o melhoramento e o bem da humanidade.

Com os esclarecimento sobre as Leis Morais, e de como se encontram em perfeita harmonia no Universo, dando e orientando-nos o roteiro a seguir, o Espiritismo dá-nos ânimo na vida presente através do esclarecimento sobre a realidade da vida futura.

O Mundo Espiritual é o real, e o primordial.
Apesar dos Espíritos necessitarem de reencarnar para passarem pelas contigências da vida em determinado local, os mundos materiais poderiam não existir.

Sabemos que progredimos de acordo com os nossos esforços e sempre na senda do progresso para a perfeição, que é o destino final do espírito.

Não há faltas irremissíveis que a expiação não possa apagar.
As provas são novas oportunidades.
Devemos aprender a viver na matéria empreendendo a elevação do Espírito.




Esta foi uma apresentação sobre O Livro dos Espíritos, que terminou com a referência aos livros que estão na base da Doutrina Espírita.


As imagens constavam da apresentação.

Fenómenos espíritas

As ciências gerais se apoiam nas propriedades da matéria, que pode ser manipulada e experimentada à vontade; os fenómenos espíritas se fundamentam na acção das inteligências que têm vontade própria e nos provam a cada instante que não estão à disposição dos nossos caprichos.

Allan Kardec, O Livro dos Espíritos

sábado, 3 de julho de 2010

Dificuldades


"Agradeço todas as dificuldades que enfrentei; não fosse por elas, eu não teria saído do lugar...
As facilidades nos impedem de caminhar. Mesmo as críticas nos auxiliam muito."

Chico Xavier

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Esforço

Conta-se que, no princípio da vida terrestre, o alimento das criaturas era encontrado como oferta da Divina Providência, em toda parte.

Em troca de tanta bondade, o Pai Celeste rogava aos corações mais esforço no aperfeiçoamento da vida.

O povo, no entanto, observando que tudo lhe vinha de graça, começou a menosprezar o serviço.

O mato inútil cresceu tanto, que invadia as casas, onde toda a gente se punha a comer e dormir.

Ninguém desejava aprender a ler.

A ferrugem, o lixo e o mofo apareciam em todos os lugares.

Animais, como os cães que colaboram na vigilância, e aves, como os urubus que auxiliam nas obras de limpeza, eram mais prestativos que os homens.

Vendo que ninguém queria corresponder à confiança divina, o Pai Celestial mandou retirar as facilidades existentes, determinando que os habitantes da Terra se esforçassem na conquista da própria manutenção.

Desde esse tempo, o ar e a água, o Sol e as flores, a claridade das estrelas e o luar continuaram gratuitos para o povo, mas o trabalho forçado da alimentação passou a vigorar como sendo uma lei para todos, porque, lutando para sustentar-se, o homem melhora a terra, limpa a habitação, aprende a ser sábio e garante o progresso.

Deus dá tudo.

O solo, a chuva, o calor, o vento, o adubo e a orientação constituem dádivas d`Ele à Terra que povoamos e que devemos aprimorar, mas o preparo do pão de cada dia, através do nosso próprio suor e da nossa própria diligência, é obrigação comum a todos nós, a fim de que não esquecermos o nosso divino dever de servir, incessantemente, em busca da Perfeição.

Meimei

quinta-feira, 1 de julho de 2010

O milagre das rosas para crianças


A lenda do milagre da Rainha Santa Isabel, que terá transformado pão em rosas, é contada domingo em Coimbra, cidade de que é padroeira, numa versão original destinada às crianças, produzida pela editora Alma Azul.

A história, que vai ter duas edições em livro a lançar pela Alma Azul, vai ser apresentada pela primeira vez Domingo numa oficina de desenho, em que as crianças participantes vão ser desafiadas a produzir ilustrações inspiradas naquela narrativa original.

"Queremos contar outro milagre das rosas, de uma forma mais atraente e poética", disse hoje a directora da editora, Elsa Ligeiro, ao realçar o facto de a mulher de D. Dinis ser "uma figura muito querida de uma larga camada da população" e de ter "uma relação forte com a identidade local".

Na sua perspectiva, a Rainha Santa Isabel "é uma figura notável, de uma inteligência superior".

"É possível torná-la ainda mais atractiva, e sobretudo mais atractiva para as crianças", sublinhou.

A história "Isabel e as Rosas" vai ser lançada em duas edições: uma normal, com ilustrações e cartonada, para o mercado tradicional das livrarias, e outra para a colecção "Literatura Portátil", com desenhos de crianças de todo o país.

É a primeira sessão deste trabalho de produção de ilustrações pelas crianças que decorre Domingo no espaço Ler ao Cubo, do Parque Verde do Mondego, na oficina de desenho realizada em parceria com a Biblioteca Municipal de Coimbra.

De acordo com a responsável da editora, este trabalho vai ser desenvolvido até Março de 2011 em escolas de todo o país, incentivando as crianças a desenhar as ilustrações para a edição, cuja receita reverte integralmente para a Biblioteca Alma Azul de Tinalhas (Castelo Branco).

Da autoria de Elsa Ligeiro, esta versão infantil do milagre das rosas vai ser lançada próximo Festival de Artes Para a Infância - O Melhor do Mundo, que decorrerá em Maio de 2011, em Coimbra, Castelo Branco e Aveiro, especialmente dirigido a crianças dos quatro aos nove anos, mas também a educadores e pais.

A oficina de desenho de domingo realiza-se no feriado municipal, coincidindo com as Festas da Cidade e da Rainha Santa Isabel.

A editora com sede em Coimbra publicou já uma biografia de Isabel de Aragão, da autoria de António de Vasconcelos.



Notícia retirada de www.rr.pt


Conta-se que, certa vez, numa manhã de Inverno, a rainha Isabel de Aragão, conhecida por Rainha Santa Isabel, saía para ajudar os mais pobres, e teria enchido o regaço do seu vestido com pães, para os distribuir. Tendo sido apanhada pelo seu marido, o rei D. Dinis, este lhe perguntou o que ela ali levava, ao que a rainha exclamou: "São rosas, Senhor!" D. Dinis, com desconfiança, perguntou: "Rosas, no Inverno?" Mas, ao abri-lo, lá estavam as rosas, em vez dos pães que escondera dele. Este episódio ficou conhecido como o milagre das rosas.

Surgindo a dificuldade

Se uma dificuldade surge, impedindo-te a caminhada, não percas tempo. Detém o passo e contorna o obstáculo.
Se algum problema inesperado ameaça o teu equilíbrio, não te aflijas. Silencia a revolta e busca solucioná-lo conforme as tuas possibilidades.
Se alguém, a quem amas, mudou de conduta em relação a ti ou abandonou-te, matem-te sereno. O rebelde e o desertor, com as suas atitudes intempestivas, já perderam a razão. Permanece em paz.
O que agora percas, conseguirás mais tarde.
Tudo quanto te aconteça, sabendo te portares, será sempre para o teu bem futuro.

do livro Vida Feliz

Evolução (parte 1)


"Já viste, só evoluo pela dor".
A conversa decorria em ambiente de harmonia.
Falávamos de parentes e da dificuldade de afinidade com alguns. No meio da conversa solta-se a expressão. Fez-se silêncio, e depois reflectimos sobre isso.
Dizem-nos os espíritos que a evolução se dá através da dor ou do amor. Tão simples quanto isso.
A conversa continuava, e soltava-se outra expressão: "então quero evoluir pelo amor". Muito bem, vamos lá evoluir dessa forma. Que teremos de fazer? -Simples, eis os requisitos:
- benevolência para com todos; saber perdoar; compreender que os outros possam ter opiniões diferentes das nossas; tolerar as falhas alheias; desculpar os maledicentes; não permitir que no nosso coração entre a revolta, a insatisfação; não abusarmos daqueles que estão à nossa volta; sabermos pedir desculpa sempre que magoarmos alguém, etc..., a lista continua. Em resumo, devemos colocar em pratica a moral que Jesus de Nazaré preconizou. Lembro, também, o capítulo XVII (Sede Perfeitos) de O Evangelho Segundo o Espiritismo, onde estão mencionadas as características do homem de bem.
Então, só por aqui se percebe da dificuldade de evoluirmos pelo amor. O grau de exigência torna-se grande para aquele que está habituado a responder na hora, a julgar os outros a seu belo prazer. Numa palavra, todos estamos incluídos nesta faixa. Educados que fomos a não nos deixarmos ficar para trás, a sempre respondermos na "mesma moeda", esta afigura-se uma tarefa árdua de cumprir, e de, assim colocarmos em pratica o acima exposto. Sim, difícil se torna evoluir pelo amor. Não que não sejamos capazes, mas, e acima de tudo, porque não queremos. Isso mesmo, não queremos. Muitos são os maus hábitos que teríamos de deixar para trás, as tendências, desejos, atitudes, pensamentos que teríamos de mudar. Sem dúvida, não queremos fazê-lo. Dá trabalho. Podemos dizer: ainda não chegou esse tempo.
Assim, por muito que nos custe, com todas as consequências (e são muitas) que daí advenham, a evolução pela dor é sempre uma escapatória. Mesmo sabendo dessas consequências, o que é verdade é que fazemos a vontade à nossa vaidade, ao orgulho, e caímos nas malhas do escárnio, do pudor, da perturbação, desarmonia.
Como a semeadura é livre e a colheita é obrigatória, podemos dizer o que afirma o refrão popular: quem colhe ventos semeia tempestades. Depois queixamo-nos. Somos (ainda) assim.
A Evolução é lenta. Deus, na sua imensa bondade e sabedoria, sabe disso, e eis que nos permite a oportunidade de aprendizagem, até atingirmos uma estrutura que nos permita, definitivamente, escolhermos o Amor como força, irresistível, de mudança.

(continua)